Antes de ser uma marca, Mirtilo foi o meu menino.



 

 

Ele chegou até mim através de um resgate. Medroso, desconfiado e, ao mesmo tempo, imensamente carinhoso.

Em uma casa cheia de gente e de outros cachorros, de algum jeito, nós nos escolhemos. Mirtilo era meu. Era o carinho que me procurava, a companhia quando eu me sentia sozinha e a proteção que estava sempre por perto.

Ele me consolou, protegeu, fez companhia e me amou com aquela inocência e parceria que talvez só um cachorro saiba oferecer.

O Mirtilo se foi justamente quando esta marca começava a nascer — ainda sem nome.

E, quando chegou a hora de encontrá-lo, fez sentido que ela carregasse o dele.

Não apenas como uma homenagem, mas porque os dois nasceram do mesmo lugar:

do amor.

Hoje, o nome Mirtilo permanece aqui como uma pequena forma de continuar levando comigo tudo aquilo que ele deixou.

E talvez seja também por isso que acreditamos tanto em guardar histórias, criar memórias e colocar afeto nas coisas que fazemos.

Mirtilo foi amor.
A Mirtilo também é.